Profª Nahya Paola

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terça-feira, 12 de abril de 2011

Lista de exercícios!!

Queridos!



Uma listinha de exercícios para ajudar vocês nos estudos!!!

http://www.sprweb.com.br/lista/?COD=48956153


O esquema é o seguinte gente...

Vocês entram no site, se cadastram e começam a fazer as questões.
Vocês podem imprimir a lista, caso prefiram, mas precisam responder no site, para que eu tenha controle de quem fez e libere o gabarito, ok??

Enjoy!

terça-feira, 5 de abril de 2011

NASA e os segredos dos aneis de Júpiter e Saturno

Queridos,

Uma reportagem legal, mas tudo em inglês.

Enjoy!!

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RELEASE : 11-095
 
 
NASA Spacecraft Reveal Mysteries Of Jupiter And Saturn Rings
 
 
PASADENA, Calif. -- In a celestial forensic exercise, scientists analyzing data from NASA's Cassini, Galileo and New Horizons missions have traced telltale ripples in Saturn and Jupiter's rings to specific collisions with cometary fragments that occurred decades, not millions of years, ago.

Jupiter's ripple-producing culprit was comet Shoemaker-Levy 9. The comet's debris cloud hurtled through the thin Jupiter ring system on a collision course into the planet in July 1994. Scientists attribute Saturn's ripples to a similar object - likely another cloud of comet debris - plunging through the inner rings in 1983. The findings are detailed in two papers published Thursday in the journal Science.

"We're finding evidence that a planet's rings can be affected by specific, traceable events that happened in the last 30 years, rather than a hundred million years ago," said Matthew Hedman, a Cassini imaging team associate, lead author on one of the papers, and a research associate at Cornell University in Ithaca, N.Y. "The solar system is a much more dynamic place than we gave it credit for."

Scientists learned about the patchy patterns in Jupiter's rings in the late 1990s from Galileo's visit to Jupiter. Unfortunately, the images from that mission were fuzzy, and scientists didn't understand why such patterns would occur. Not until Cassini entered orbit around Saturn in 2004 and started sending back thousands of images did scientists have a better picture of the activity. A 2007 science paper by Hedman and colleagues first noted corrugations in Saturn's innermost ring, dubbed the D ring.

A group including Hedman and Mark Showalter, a Cassini co-investigator based at the SETI Institute in Mountain View, Calif., saw that the grooves in the D ring appeared to wind together more tightly over time. Playing the process backward, Hedman demonstrated the pattern originated when something tilted the D ring off its axis by about 300 feet (100 meters) in late 1983. The scientists found Saturn's gravity on the tilted area warped the ring into a tightening spiral.

Cassini imaging scientists received another clue around August 2009 when the sun shone directly along Saturn's equator and lit the rings edge-on. The unique lighting conditions highlighted ripples not previously seen in another part of the ring system. Whatever happened in 1983 was big - not a small, localized event.

The collision tilted a region more than 12,000 miles (19,000 kilometers) wide, covering part of the D ring and the next outermost ring, called the C ring. Unfortunately, spacecraft were not visiting Saturn at that time, and the planet was on the far side of the sun out of sight from ground or space-based telescopes.

Hedman and Showalter, the lead author on the second paper, wondered whether the long-forgotten pattern in Jupiter's ring system might illuminate the mystery. Using Galileo images from 1996 and 2000, Showalter confirmed a similar winding spiral pattern by applying the same math they had applied to Saturn and factoring in Jupiter's gravitational influence. Galileo was launched on a space shuttle in 1989 and studied Jupiter until 2003.

Unwinding the spiral pinpointed the date when Jupiter's ring was tilted off its axis between June and September 1994. Shoemaker-Levy plunged into the Jovian atmosphere in late July. The Galileo images also revealed a second spiral, which was calculated to have originated in 1990. Images taken by New Horizons in 2007, when the spacecraft flew by Jupiter on its way to Pluto, showed two newer ripple patterns, in addition to the fading echo of the Shoemaker-Levy impact.

"We now know that collisions into the rings are very common – a few times per decade for Jupiter and a few times per century for Saturn," Showalter said. "Now scientists know that the rings record these impacts like grooves in a vinyl record, and we can play back their history later."

Launched in Oct. 15, 1997, Cassini began orbiting Saturn in 2004 and sends back data daily.

"Finding these fingerprints still in the rings is amazing and helps us better understand impact processes in our solar system," said Linda Spilker, Cassini project scientist, based at NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, Calif. "Cassini's long sojourn around Saturn has helped us tease out subtle clues that tell us about the history of our origins."

The Cassini-Huygens mission is a cooperative project of NASA, the European Space Agency and the Italian Space Agency. The mission is managed by JPL for NASA's Science Mission Directorate in Washington. The imaging team is based at the Space Science Institute in Boulder, Colo. For more information about Cassini, visit:

http://www.nasa.gov/cassini

Pluto New Horizons launched in 2006 on the first mission to study Pluto and the Kuiper Belt. The mission is managed by the Johns Hopkins Applied Physics Laboratory in Laurel, Md., for NASA. The mission is part of the New Frontiers program managed at the agency's Marshall Space Flight Center in Huntsville, Ala. For more information about Pluto New Horizons, visit:

http://www.nasa.gov/newhorizons

Arqueobactérias e bactérias

Queridos,


Segue a discussão sobre as arqueobactérias que falei que postaria aqui.



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O site de onde eu tirei essa reportagem é: http://www.mundoeducacao.com.br/biologia/arqueobacterias.htm

As arqueobactérias (archeo = antigo / primitivo) representam um restrito grupo de organismos procariontes, reunindo uma baixa diversidade de espécies, manifestando características que as diferenciam das eubactérias (eu = verdadeiro), de acordo com a estruturação de algumas moléculas como: os ácidos nucléicos (RNA ribossômico) e elementos integrantes tanto da membrana plasmática quanto da parede celular.

Essas bactérias primitivas geralmente habitam regiões praticamente inóspitas, onde vigoram condições ambientais extremadas, seja pela elevada taxa de salinidade, grau de temperatura ou pH (potencial hidrogeniônico), certamente impossibilitando a ocorrência de outros tipos de vida, o que explica o baixo número de seres representantes. Porém, mesmo frente à resistência evolutiva, também podem habitar locais amenos, como por exemplo, o aparelho digestivo de certos animais.

Classificação das Arqueobactérias:

Metanogênicas → caracterizadas pelo metabolismo anaeróbio utilizam o elemento químico hidrogênio como co-fator de reações que catabolizam o gás carbônico (CO2) em metano (CH4).

Termófilas → são arqueobactérias que sobrevivem em temperaturas altíssimas, (atingindo cerca de 100° C) e acidez muito baixa, representando os ambientes aquáticos situados próximos à falhas na crosta oceânica (fendas vulcânicas). Esses organismos realizam quimiossíntese, utilizando compostos inorgânicos (ácido sulfídrico – H2S) para sintetizar matéria orgânica e obter energia.

Halófitas → bactérias primitivas que vivem em locais com alta concentração de sal, em que a solução do meio (ambiente aquático) é extremamente hipertônica, por exemplo, a salinidade do Mar Morto.
Por Krukembergue Fonseca
Graduado em Biologia



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Esse site é o: http://www.infoescola.com/biologia/reino-monera/



Quando ainda não se conhecia a diferença entre arqueas e bactérias, ambas eram classificadas no Reino Monera e chamadas simplesmente de bactérias. Mais tarde foram descobertas algumas diferenças entre esses microorganismos, o que levou à criação de um novo grupo. As arqueas, que eram abundantes nos ambientes que caracterizavam a Terra há cerca de 3 bilhões de anos, foram classificadas como Archaeobacteria (do grego, Acheos = antigo). As demais bactérias foram reunidas no grupo Eubacteria (do grego, Eu = verdadeiro).

Segundo Amabis, bactérias e arqueas ocupam subreinos distintos no Reino Monera. Informações recentes mostram que as arqueas são evolutivamente mais relacionadas com os organismos eucarióticos do que com as bactérias.

Descoberta

No século XVI, um negociante holandês tinha como hobby polir lentes e construir microscópios. Com o auxílio de uma de suas invenções, ele observou minúsculos seres em forma de bastão e os chamou de animálculos. Porém, o interesse por esses seres só foi despertado no final do século XIX, quando um médico alemão descobriu que esses microorganismos eram a causa de uma doença do gado. Com o passar do tempo, a comunidade científica foi aceitando o fato de que as bactérias podiam ser a causa de várias doenças humanas. Louis Pasteur tinha horror de sujeira e não gostava de apertar as mãos das pessoas por saber que ali haviam muitas bactérias. Hoje sabe-se que as bactérias também podem ser benéficas, sendo utilizadas na produção de alimentos e até medicamentos.

Arqueobactérias

As arqueas são pouco conhecidas devido às dificuldades de acesso aos seus hábitats e de coleta de material, além da grande diversidade de seus processos bioquímicos. Atualmente, são bem conhecidas as bactérias metanogênicas, que são anaeróbias e produtoras de metano; as halófitas, que são aeróbias e vivem em ambientes com alta concentração de sais; e as termoacidófilas, que suportam altas temperaturas e grande acidez do meio.
As arqueas são semelhantes às bactérias e só foram diferenciadas graças às técnicas de análise molecular. Uma das diferenças consiste na composição química da parede celular, pois as bactérias apresentam peptidoglicano na sua parede, enquanto as arqueas não. Elas apresentam polissacarídeos e outras apresentam apenas proteínas.
Mas a diferença mais marcante está na organização e funcionamento dos genes. Estudos mostram que as seqüências codificadas nos genes das arqueas estão mais próximas dos eucariontes do que das bactérias.
As arqueas podem ter forma esférica, de bastão, espiralada, achatada ou irregular.

Eubactérias

Este grupo reúne a grande maioria das bactérias conhecidas. As bactérias são seres minúsculos, extremamente resistentes e possuem uma incrível capacidade reprodutiva.
Ocorrem em praticamente todos os ambientes, podem viver isolados ou em colônia e medem cerca de 1 µm = 0,001 mm, podendo ser vistas apenas com o auxílio de um microscópio.
São seres procariontes, pois não possuem núcleo organizado por uma membrana carioteca. Seu DNA é um único filamento em anel, chamado de nucleóide. Além disso, apresenta plasmídios dispersos no citoplasma, que são pequenos anéis de DNA.
O envoltório celular é composto por uma membrana plasmática e por uma parede celular mucocomplexa (açúcares aminados e aminoácidos) e externamente pode haver uma capsula gelatinosa protetora, formada por polissacarídeos.
No citoplasma há ribossomos, e em cianobactérias podem haver pigmentos fotossintetizantes.
Pode haver estruturas de locomoção como cílios e flagelos e estruturas de resistência como esporos.
A classificação morfológica é: cocos, bacilos, vibrião e espirilo e podem se arranjar como cocos, diplococos, estafilococos, estreptococos, etc.
Quanto à composição da parede, podem classificadas em gram-positivas e gram-negativas.
Podem se reproduzir por divisão binária, conjugação, transdução, transformação.
As bactérias possuem uma importância econômica muito grande, podendo ser causas de muitas doenças. Podem ser usadas nas indústrias alimentícias, farmacêuticas, cosméticas, etc.

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Enjoy!!!